Acessibilidade para PCDs em centros de saúde: instrumentos que não podem faltar

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O Brasil tem aproximadamente 6,7% da população constituída por pessoas com algum tipo de deficiência, de acordo com dados de 2020 do IBGE. Ainda assim, a acessibilidade para essas pessoas ainda é uma necessidade a ser suprida na maioria dos estados do país. O Brasil tem aproximadamente 6,7% da população constituída por pessoas com algum tipo de deficiência, de acordo com dados de 2020 do IBGE. Ainda assim, a acessibilidade para essas pessoas ainda é uma necessidade a ser suprida na maioria dos estados do país.

Um dos constantes problemas relacionados a essa necessidade é a falta de condições para a inclusão de pessoas com mobilidade limitada a edifícios de centros de saúde. Por isso, ao projetar um estabelecimento como um hospital, clínica ou laboratório, é necessário considerar as condições de acessibilidade do local, para que pacientes e equipes desfrutem de autonomia de locomoção.

E a solução não está somente em rampas para cadeirantes, como é mais comum – mas ainda não suficiente – em edifícios. Alguns dos erros mais comuns são a falta de corrimão adaptado para pessoas de baixa estatura e usuários de cadeira de rodas, a ausência de inscrições em braile – para deficientes visuais –, piso antiderrapante, e outros tipos de sinalização sonora e visual.

Para que um hospital ou clínica esteja preparado para receber pacientes com necessidades de mobilidade especiais, é importante a disponibilidade de equipamentos específicos, além das adaptações de espaço. Confira abaixo alguns dos mais importantes instrumentos e instalações que centros de saúde devem oferecer a pacientes com deficiências físicas:

Elevadores

Elevadores espaçosos, com sistema de alarmes e alertas sonoros, além de inscrições em braile são essenciais para atender às necessidades especificas de deficientes físicos, visuais ou auditivos.

• Pisos e Rampas de Acesso

Superfícies estáveis e com coberturas antiderrapantes são importantes para pacientes que transitam com cadeira de rodas ou até carrinhos de bebê. Rampas devem sempre ter pequena inclinação, corrimão e bordas de proteção.

• Disponibilidade de cadeiras de rodas, muletas e bengalas

Instrumentos de locomoção devem ser oferecidos pelos centros de saúde para o trânsito de pacientes com problemas de locomoção temporários ou perenes.

Corredores

Normas indicam a obrigatoriedade de corredores largos em hospitais, de forma a ser evitado o bloqueio da locomoção de qualquer modo, mesmo com alto fluxo de pessoas transitando.

• Estacionamento

É essencial a existência de vagas de estacionamento especiais para pessoas com deficiência, sempre com sinalização horizontal e espaço adicional de circulação.

 

A ATOS MÉDICA, expositora da HOSPITALMED 2019, é uma empresa que trabalha no segmento de equipamentos hospitalares na Região Metropolitana de Recife e está no mercado há 8 anos oferecendo uma enorme variedade de produtos, incluindo cadeiras de rodas, muletas e bengalas tanto para hospitais quando para o consumidor final.

A ATOS MÉDICA procura sempre oferecer as mais modernas tecnologias com a mais alta qualidade, buscando satisfazer às necessidades dos diferentes perfis dos seus consumidores.

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