O amor pode não ser um tipo de remédio, mas ele funciona como um. Estar apaixonado libera substâncias químicas em nossos cérebros, que induzem sentimentos que provocam as mais diversas reações não só na nossa mente, mas em todo o corpo.
Nesse Dia dos Namorados, confira algumas formas como o amor afeta os nossos organismos!
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Cuida do coração
Sentir amor reduz a frequência cardíaca humana pela metade. Isso é efetivo em situações de estresse, e a longo prazo, diminui o risco de doenças cardíacas. A liberação de oxitocina, além disso, diminui a pressão arterial, a ansiedade, os sintomas de depressão, e ajuda a aumentar a auto-estima.
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Combate doenças
Gestos relacionados a relações românticas, como o de dar as mãos, aumenta a produção de endorfina, substância que fortalece o sistema imunológico. Dessa forma, portadores de doenças que sentem amor costumam apresentar resultados melhores a tratamentos e mais motivação.
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Ajuda a dormir
Os “hormônios do amor”, oxitocina e endorfina, diminuem a liberação de cortisol, que é o “hormônio do estresse”. Por isso, possibilitam um melhor descanso e recarga de energias.
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Promove a longevidade
É provado que pessoas com relacionamentos sólidos é longos se sentem mais saudáveis, se beneficiando de um estilo de vida mais consistente. Estar em um relacionamento ajuda as pessoas a se prevenirem, o que melhora suas condições físicas e tende a estender sua expectativa de vida.
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É um tipo de terapia
As pessoas mais aptas para oferecer compreensão são, normalmente, quem você ama. Estar rodeado de pessoas amadas é um remédio poderoso contra desordens mentais como fobias, ansiedade social e depressão.



