Uma das áreas mais críticas da higienização profissional está dentro dos hospitais, clínicas ou serviços de saúde. É lá que qualquer descuido pode ser fatal, tanto para os pacientes internados, quanto para os colaboradores da instituição. Os desafios são diversos, mas, de acordo com os especialistas, a higienização hospitalar deve ser focada na disseminação de microrganismos e no controle da infecção.
Para isso, todo o trabalho deve ser voltado para padronizar rotinas e utilizar as boas práticas, com a revisão dos processos e o controle dos resultados. Todos os profissionais envolvidos com os cuidados do paciente têm que seguir à risca os protocolos. Os que trabalham com serviços gerais estão diretamente inseridos, mas todos os outros também devem estar. Ao fim de qualquer procedimento, todas as superfícies devem ser higienizadas de forma correta, seguindo rigorosamente o protocolo.
No ambiente hospitalar, as áreas de maior contato com as mãos são também as áreas de maior risco de contaminação, por exemplo: telefones, maçanetas, interruptores, bancadas, computadores, controles remotos, acionadores de descarga, grades da cama e superfícies com a presença de matéria orgânica (sangue, fezes, urina, secreções) e poeira.
A higienização do ambiente é uma das principais ações para este controle. A limpeza vai remover sujidades do piso, das paredes, do teto, do mobiliário e dos equipamentos, utilizando água e detergente. Em seguida, deverá ser feita a desinfecção, que é o processo de destruição de microrganismos patogênicos na forma vegetativa existente em superfícies inertes, mediante a aplicação de agentes químicos ou físicos.
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